Notícias


POSTADO EM 16 DE ABRIL DE 2018

Vacina da gripe: o que muda em 2018

Vacina da gripe: o que muda em 2018

Anote na agenda: no dia 23 de abril de 2018 começa a Campanha Nacional de Vacinação contra o Influenza, estratégia do Ministério da Saúde para diminuir o impacto da gripe em todo o país.

Se você faz parte dos grupos de risco para complicações da doença, sua participação é primordial. A gripe é uma doença séria, que mata mais de 650 mil pessoas todos os anos, de acordo com um recente levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS). Além de causar aqueles sintomas clássicos — febre alta, nariz entupido, cansaço e dor no corpo —, ela está por trás de complicações como pneumonia e infarto.

O que tem dentro da vacina

Todos os anos, os subtipos dos vírus da gripe que serão incluídos no imunizante mudam. Isso porque os diferentes causadores dessa infecção circulam pelo mundo e sofrem mutações com frequência.

Quem define a composição da vacina é a própria OMS, que reúne e analisa as informações enviadas por centros de vigilância de todos os países. Aqui no Brasil, por exemplo, temos três estações-sentinela: o Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, a Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro, e o Instituto Evandro Chagas, em Belém do Pará. Essas instituições fazem exames em indivíduos infectados para descobrir quais as cepas virais que mais circulam em cada região.

A partir desses dados, os experts batem o martelo sobre a composição da vacina e fazem o anúncio no mês de setembro para o Hemisfério Sul e em fevereiro para o Hemisfério Norte. Em 2018, os tipos de vírus incluídos em nossa campanha são o H1N1, o H3N2 e o influenza do tipo B Yamagata.

 

Grupo de Risco

 A escolha desses grupos se deve ao fato de eles serem mais vulneráveis aos efeitos da gripe e sofrerem mais com seus sintomas e desdobramentos.

Além disso, parte desse pessoal possui contato diário com outras pessoas infectadas, o que aumenta o risco de transmissão. A lista inclui:

Crianças de 6 meses a 5 anos

Pessoas com mais de 60 anos

Gestantes

Mulheres que deram à luz nos últimos 45 dias

Profissionais da saúde

Professores da rede pública e particular

População indígena

Portadores de doenças crônicas, como diabetes, asma e artrite reumatoide

Indivíduos imunossuprimidos, como pacientes com câncer que fazem quimioterapia e radioterapia

Portadores de trissomias, como as síndromes de Down e de Klinefelter

Pessoas privadas de liberdade

Adolescentes internados em instituições socioeducativas, como a Fundação Casa

 

Para este grupo, a vacina é disponibilizada na rede pública sem custo. Quem não faz parte desse grupo, pode buscar a vacina na rede particular, com preços que variam 100 a 200 reais.

 

Fonte: Saúde Abril

voltar

Outras Notícias